domingo, 21 de agosto de 2011

Seus olhoseram infinitamente belostão próximos,tão distantes,arrebataram meus olhospor um instantee quase penseimorrer...Eram infinitamente profundosum mar de sensações inexploradasum vento a soprar minhanegra almaaos braços da eterna escuridãoSeus olhos eraminfinitamente meigosa comandar meus olhospor inteiroE,assim,ao seu poderme vi perdidoinfinitamentereconhecido.E por ama'-los mais que tudo,loucamentetornei-mede seus olhos prisioneiro...(Os Noturnos/Flávia Muniz)

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